por: Francisco DaraOutro dia eu estava conversando com um grande amigo, natural de Uberaba-MG e surgiu uma questão interassante em discursão entre nós, que é a velha história da oniciencia de Deus em conflito com o "livre arbitrio" do homem.
Pra quem não sabe, Uberaba-MG é o berço do espiritismo no Brasil. De lá saíram vários médiuns conceituados no meio, como o famoso Chico Xavier. Eu pessoalmente já tive o prazer de conhecer essa cidade e particularmente fiquei imprecionado. Como crente que sou, fiquei chocado com a quantidade de Centros Espíritas em Uberaba. Em todo canto tem um, (só perde pra bares em algumas cidades brasileiras) até paresse aquelas igrejas evangelicas pequeninas que surgem uma após a outra. E seria natural que alguém que nascesse em Uberaba tivesse pensamentos, se não totalmente, pelo menos parcialmente Espíritas.
É o caso desse meu amigo, mas o que acontece com a "cabeça" do indivíduo quando ele conhece a Cristo ressurreto e confessa a Jesus como salvador? Vou ti falar uma coisa com toda certeza, por esperiência, a "cabeça" vira uma mistura total.
Pra começar, alguém já tentou enfiar na mente de um intelectual qualquer a idéia de como Deus sendo totalmente bom, criador e sustentador de todas as coisas pode ao mesmo tempo que criar a humanidade, permitir que haja o inverno para punir os "maus"? Não entra na cabeça de um espirita, ou ex-espirita que haja a possibilidade de existir inferno, no sentido biblico da palavra.
Na ideia desse indivíduo, Deus sendo totalmente bom e oniciente, - ou seja, sabedor de tudo, inclusive de quem será salvo e condenado -, ao permitir que exista inferno, Deus conhecendo o desfecho do ser humano, está condenando uma pessoa que; não pediu pra nascer e tem um destino determinado à condenação.
O Espiritismo ensina que isso não é justiça e nem bondade, e que a verdadeira bondade de Cristo está em permitir que todas as pessoas que na ocasião de sua morte tiveram outrora uma vida dissoluta, tenha uma nova chance, através da reencarnação, quantas vezes forem necessárias até esse bendito indivíduo alcançar a salvação de sua alma.
Nesste post não pretendo apresentar refutações ou doutrinas biblicas (para não passar batido vou deixar pra reflexão Rm 9:1-33) mas apenas atentar para esse impasse da oniciencia de Deus e o "Livre arbítrio" (livre arbítrio entre parenteses por causa do grande impasse que há em torno dessa doutrina) do homem.
A conclusão de toda a conversa, que não vou relatar por menores agora, é que depois de chegar em casa eu me peguei em um momento de grandes gargalhadas, sem ninguém por perto lembrando de tudo que tinha conversado naquele dia. E depois de muito pensar conclui que.... é!... realmente todo crente é louco.
Só sendo louco mesmo pra acreditar em um "cara" que viveu há mais de 2000 anos e que apesar do respeito e de evidencias, não há nenhuma prova concreta de sua existencia.
Mais quer saber uma coisa? eu adoro ser louco assim! rrsrsrsrsrsrsrs. Louco por Cristo!
A paz!
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